segunda-feira, 11 de julho de 2011

Dissertação: Morte, Cemitério e Jazigos: um estudo do Cemitério Municipal de Joinville/SC

Através do link < http://www.4shared.com/document/uepRLuf_/Dissertao.html > é possível acessar o conteúdo integral da dissertação.
Sugestões, comentários, observações, outros estudos e pesquisas serão bem-vindos.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Algumas frases sobre os CEMITÉRIOS


“Se o cemitério não existe mais, é porque as cidades modernas assumem por inteiro a função deste: são cidades mortas e cidades de morte”. j. Baudrillard

“Viver bem só dá direito a uma caixa bonita e a um buraco bem fechado”. Paulo Leminski

“Ninguém deverá procurar em cemitérios brasileiros obras de arte acima do nível cultural da sociedade”. Clarival do Prado Valladares


“O cemitério é a casa dos que não estão”. Ítalo Calvino


“O cemitério é a última língua dos vivos”. Graciela Fochi 

terça-feira, 5 de julho de 2011

Algumas frases sobre a MORTE

“Filosofar é aprender à morrer”. Platão

“É preciso perder esse temor. É com belas palavras que se deve morrer. Acalmai-vos, vamos! Dominai-vos!”. Sócrates/Platão

“Os vivos não provêm menos dos mortos que os mortos dos vivos”. Sócrates/Platão

“As penas, as cruzes e a morte são o tesouro mais precioso dentre todos". Lutero

“A morte, vós não a conheceis e sois vós mesmos a vossa morte".  Francisco de Quevedo

“A morte sem temor nem apreensão é a morte dos animais". Voltaire

“Sem a morte, seria mesmo difícil que se tivesse filosofado". A.Schopenhauer




“Temos a arte para não morrer da verdade”. F. Nietzsche
“Temam menos a morte e mais a vida insuficiente". Bertolt Brecht

“O simulacro da morte é o próprio homem”. Mário Perniola

“Nada há de gratuito exceto a morte, como todos o sabem". S.Freud

"O homem fraco teme a morte, o desgraçado chama-a; o valente procura-a. Só o sensato a espera". Benjamin Franklin


“A morte encontra-se sempre à nossa esquerda, à distância de um braço, sendo uma autêntica mestra e conselheira impecável, que pode nos socorrer nos momentos críticos da existência". Carlos Castãneda


“Morrer é apenas não ser visto. Morrer é a curva da estrada”. Fernando Pessoa

"Eu não tenho medo de morte, eu apenas não quero estar lá quando acontecer". Woody Allen

“Aí dos homens que matam a morte por medo da vida”. Vinícius de Morais





domingo, 6 de fevereiro de 2011

Processos que o corpo sofrerá após da morte

Com relação ao processo de decomposição dos corpos Campos (2007, p. 27) explica que levando em consideração todos os fatores internos, idade, causa mortis, composição do corpo e externos, como condições ambientais (temperatura, umidade, aeração, constituição mineralógica, permeabilidade do solo e existência de insetos e larvas) que podem interferir e relativizar o processo ocorre:
  •  o período de coloração, iniciado por uma mancha verde na fossa ilíaca direita, na parte inicial do intestino grosso que se expande pelo abdômen, cabeça e membros, e se inicia em sete dias após o óbito; 
  • período gasoso, fase em que os gases desenvolvidos no interior do cadáver espalham-se pelo corpo, conferindo um aspecto inchado ao mesmo, é quando se rompem as paredes abdominais, conhecido como “estouro do cadáver”, durando em torno de três semanas; 
  • período coliqüativo, quando ocorre a dissolução das partes moles do cadáver provocada pelos germes putrefativos, larvas e insetos, o cadáver perde seu formato e se forma o necrochorume, e pode durar até oito meses; 
  • período de esqueletização, ocorre após com a eliminação da matéria orgânica, de resíduos e ligamentos, é quando ocorre o desmonte do esqueleto. Ossos, cabelos, unhas e dentes resistem por mais tempo, mas perdem a estrutura gradualmente, restando somente a sua porção mineral, este período dura de vários meses à vários anos.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Artigos relacionados aos temas de Morte & Cemitérios

* GUEDES, Sandra P.L. de Camargo. A evolução da morte no século XIX paulista: a visão literária. In: Anais da VII Reunião da Sociedade Brasileira de Pesquisa Hitórica (SBPH). São Paulo: 1988. p. 207-210.
Disponível em: http://www.4shared.com/document/NBCsKG2b/Morte_e_Literatura.html

 * GUEDES, Sandra P. L. Camargo. A secularizaçao de cemitérios públicos em São Paulo: uma proposta liberal. In: Anais da III Reunião da Sociedade Brasileira de Pesquisa Histórica. São Paulo: 1984. p. 145-148.
Disponível em: http://www.4shared.com/document/8Qru0Hmw/secularizao_artigo.html

*FOCHI, Graciela Márcia; CARELLI, Mariluci Neis. Cultura da morte: um estudo do cemitério municipal de Joinville/SC. In: Anais do Congresso Nacional/Regional de História. 2009. Jataí/GO: UFG, 2010.
Disponível em:
 <http://www.congressohistoriajatai.org/2010/anais2009/doc%20(25).pdf>
Acesso em: 19 jan. 2011.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

ACONTECERÁ EM 2011

  • Simpósio temático “Imagens da Morte: a morte e o morrer na sociedade brasileira”, proposto pelas pesquisadoras Drª Maria Elizia Borges e Drª Cláudia Rodrigues, junto ao XXVI Simpósio Nacional da ANPUH (Associação Nacional dos Professores Universitários de História) que acontecerá em São Paulo de 17 e 21 de julho.
*Para maiores informações:
http://www.snh2011.anpuh.org/simposio/view?ID_SIMPOSIO=607

  • Simposio Muerte, Sociedad y Cultura, que tendrá lugar los días 14 y 15 de abril de 2011 en la ciudad de Chivilcoy (provincia de Buenos Aires, Argentina). 
*Para maiores informações:
http://redcementeriospatrimoniales.blogspot.com/   
  • XII Encuentro Iberoamericano de Valorización y Gestión de Cementerios Patrimoniales (XII Encontro Iberoamericano de Valorização e gestão de Cemitérios Patrimoniais) e o V Encontro Nacional da Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais/ABEC, que será realizado de 11 a 15 de outubro, na cidade de Salvador na Bahia.
*Para maiores informações, link da 1ª Circular do Evento:
http://www.4shared.com/document/IPve5Jy3/i-circular-red-abec-2011.html